Entende, mas trava na hora de falar.
Lê, ouve, até acompanha uma série. Mas quando alguém pergunta algo em inglês, a resposta some.
Larissa Belkis
Toda terça · 19h · Ao vivo · Gratuita
Toda terça, ao vivo, eu mostro como estudar o inglês que a seleção cobra e como vencer o que faz você desistir no meio do caminho.
Terça-feira, às 19h. Sem replay.
Seja bem-vinda a bordo.
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Entrar no grupoAlunas e alunos aprovados na Emirates, na Etihad, na Riyadh Air, na flydubai, na LATAM, na GOL e na Azul. Inclusive aos 61 anos.








Fotos enviadas pelos próprios alunos. Toque para ampliar.
Lê, ouve, até acompanha uma série. Mas quando alguém pergunta algo em inglês, a resposta some.
O problema não é falta de vontade. É estudar sem saber o que te faz parar.
Aplicativo, aula solta, vídeo no YouTube. Muito conteúdo e nenhuma direção.
Não é. Quase sempre é falta de método e de clareza sobre o próprio caminho.
Ninguém te ensinou a estudar para a seleção. Só te disseram que precisava de inglês.
Depois a rotina aperta e o inglês fica para a próxima segunda.
A pasta cresce. O inglês, não.
A seleção abre, e você deixa passar mais uma vez.
Funciona até a primeira pergunta que não estava no roteiro.
Sem saber o seu nível, cada tentativa parece a primeira.
O inglês que as companhias aéreas cobram na entrevista, e como estudar para ele.
O que, em você, faz parar no meio, e como seguir mesmo assim.
Como é o processo seletivo e o dia a dia de quem voa, contado por quem esteve lá.
Você pergunta e eu respondo na hora, com a câmera ligada.
Um encontro por semana para você não largar o inglês de novo.
A live não fica gravada. Quem está ao vivo está comprometida com o próprio sonho.
Professora de inglês há 28 anos · ex-comissária da Emirates e da Azul
Eu já estive onde você está: com potencial, mas presa num trabalho que não me realizava. Até que uma colega me convidou para a seleção da Emirates, e eu fui levando duas coisas: inglês e autoconhecimento.
Passei de primeira e fui morar em Dubai com a minha família. Levei aeronaves para mais de 125 destinos. Quando voltei ao Brasil, passei na Azul e na Latam, e escolhi voar como Blue Angel na Azul.
Hoje eu me dedico a preparar quem quer mudar de vida com as mesmas duas habilidades que mudaram a minha.
Vamos juntas, habibi?


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